
Nascido em Nova Friburgo, Rio de Janeiro, em 23 de março de 1991, Vitor Martins se destaca no cenário literário brasileiro como uma voz importante na ficção jovem adulta. Formou-se em Jornalismo pela Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, e sua paixão pela arte se estendeu para a ilustração e tradução. Ele também já atuou como criador de conteúdo literário em seu canal no YouTube, compartilhando suas leituras e paixões com o público. Atualmente residindo em São Paulo, Martins é conhecido por criar histórias que proporcionam um espelho para jovens que buscam se ver representados na literatura. Seus romances exploram com sensibilidade e humor questões de autodescoberta, relacionamentos familiares complexos, amizades profundas e o amor em suas diversas formas, com um foco particular na comunidade LGBTQIA+. Sua abordagem autêntica e inclusiva ressoa com um vasto público, e suas obras têm alcançado sucesso tanto no Brasil quanto internacionalmente.
A trajetória literária de Vitor Martins começou a ganhar destaque com seu romance de estreia, 'Quinze Dias' (2017), que rapidamente se tornou um best-seller no Brasil e teve seus direitos vendidos para diversos países, sendo inclusive adaptado para o inglês. Suas obras são caracterizadas por uma narrativa fluida e envolvente, que cativa o leitor ao abordar pautas importantes como a diversidade e a busca por identidade. Martins tem um estilo que mescla humor, leveza e profundidade, tratando de assuntos sensíveis como luto, preconceito e a importância de construir uma família por escolha. Seu compromisso em contar histórias onde pessoas que raramente se veem em livros possam se enxergar é um pilar fundamental de sua escrita, consolidando-o como um dos principais autores contemporâneos da literatura jovem adulta brasileira, com reconhecimento em prêmios e em vendas.

“Felipe é um adolescente que esperava ansiosamente pelas férias de julho para mergulhar em suas séries e leituras. No entanto, seus planos mudam drasticamente quando sua mãe decide hospedar Caio, o vizinho e sua primeira paixão de infância, por quinze dias. Preso na mesma casa com Caio, Felipe precisa lidar com suas inseguranças e com sentimentos antigos que ressurgem. O livro aborda o primeiro amor, a aceitação do corpo e a importância da comunicação.”

“Jonas se sente perdido na vida, dividido entre o trabalho no Rocket Café e o conservadorismo de seus pais. O encontro com Arthur o faz questionar suas escolhas e sua identidade, especialmente em relação às expectativas familiares. A obra é uma narrativa divertida, emotiva e esperançosa sobre identidade, amizade, amor e o verdadeiro significado de família, especialmente para a comunidade LGBTQIA+.”