
Nascido em Poços de Caldas, Minas Gerais, Tadeu Rodrigues é um profissional multifacetado que transita entre o direito e a literatura. Como advogado, ele atua em sua área de formação, enquanto no campo artístico, dedica-se à escrita de romances e poesia. Sua veia criativa também se estende para o roteiro, sendo autor da peça teatral 'O monólogo secreto de Benedita' e do curta-metragem 'Maria aprendeu a apanhar'. Além de sua produção literária e de roteiros, Tadeu Rodrigues é uma voz ativa na cena cultural como apresentador e editor do podcast literário 'Rabiscos', que teve início em 2018. Ele também é curador literário do projeto 'Tempo Suspenso', demonstrando seu engajamento contínuo com a promoção da literatura e a interação com o público.
A trajetória de Tadeu Rodrigues é marcada pela conciliação entre a carreira jurídica e um profundo envolvimento com o universo literário. Iniciando como advogado, ele logo se destacou como escritor de romances e poesia, explorando diversas formas de narrativa. Sua incursão no roteiro para teatro e cinema, com obras como 'O monólogo secreto de Benedita' e 'Maria aprendeu a apanhar', demonstra a amplitude de seu talento. O autor também se consolidou como um comunicador na área literária, criando e apresentando o podcast 'Rabiscos' desde 2018, além de atuar como curador literário para o projeto 'Tempo Suspenso'. Seu estilo abrange desde narrativas profundas sobre a condição humana, como em 'Depois que as luzes se apagam', a exploradores de relacionamentos e introspecção.

“Depois Que as Luzes Se Apagam conta sobre um homem falido, mas que recupera sua habilidade de sonhar. É a história do encontro entre um porteiro, velho artista de circo, e um morador, um menino debilitado. Uma narrativa sobre respeito e amizade, e sobre recuperar o que se perdeu.”

“Na obra, Tadeu apresenta poesias em prosas numa incansável busca pela sensibilidade do cotidiano. Com observações profundas das relações humanas, o autor determina sua força poética se apresentando como um poeta promissor e de marca, expondo as dores da vida em cada página ao contar fatos aparentemente pequenos, mas que crescem na visão poética do verso.”