
Nascida em 1985, na cidade de Manaus, estado do Amazonas. Cursou graduação em Letras – Língua Inglesa e em Comunicação Social – Jornalismo. Obteve o título de mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Atua profissionalmente como jornalista, professora e crítica de cinema. Assina textos críticos no portal Cine Set e integra publicações organizadas pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). Paralelamente, ministra oficinas de escrita literária na capital amazonense. É coeditora da Revista Torquato, periódico independente destinado à difusão de produções literárias e artes visuais com foco regional. O início de suas publicações editoriais ocorreu durante a década de 2010.
A estrutura bibliográfica de Susy Freitas iniciou-se por meio de livros de poesia. Os versos abordam a materialidade do corpo feminino, os registros diretos do cotidiano urbano e a configuração geográfica das áreas não-turísticas de Manaus. No ano de 2024, efetuou a transição para a narrativa em prosa. Sua ficção consolida o registro do bioma amazônico sobreposto a hábitos de consumo de tecnologia, cultura de massa, música de influência estrangeira e inserções do vocabulário em Nheengatu. O desenvolvimento de seus textos curtos enfatiza o contraste entre a cosmogonia nativa e o formato urbano metropolitano. Em publicações subsequentes, a autora inseriu elementos de viés distópico nas tramas ambientadas na região Norte.

“Livro de contos focado na descrição objetiva das mudanças sociais do Norte do Brasil, combinando referências a seriados estrangeiros, ritmos pós-punk e a presença de falas no idioma Nheengatu em um ambiente urbano de alto ritmo [1.6].”

“Ficção que acompanha personagens na realização de intervenções descritas como atos de terrorismo arquitetônico em diferentes instalações de Manaus, combinando o plano físico e rituais sociais.”