
Simone Paulino nasceu em 1972, na cidade de São Paulo, em uma família de origem humilde e pais analfabetos. Superando um contexto de vulnerabilidade social, formou-se em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e obteve o título de mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP). Sua trajetória é marcada pela defesa do poder transformador da leitura e da educação, temas recorrentes em suas palestras e entrevistas. Como jornalista, colaborou com importantes veículos como a Folha de S.Paulo e a revista Saúde, da Editora Abril. Em 2015, fundou a Editora Nós, focada em literatura contemporânea de alta qualidade, que rapidamente se tornou uma referência no mercado editorial independente brasileiro. Mais recentemente, expandiu sua atuação internacional com a fundação da 'Nossa Éditions' na França e da 'Edizioni Noi' na Itália, visando promover o intercâmbio literário entre o Brasil e a Europa.
Simone iniciou sua carreira no jornalismo e como ghostwriter de grandes sucessos editoriais. Sua transição para a literatura autoral ocorreu com a publicação de obras que misturam memória, ensaio e ficção. Seu estilo é caracterizado por uma prosa sensível e intelectualizada, frequentemente explorando questões de gênero, maternidade e a influência de grandes autoras como Clarice Lispector e Virginia Woolf. À frente da Editora Nós, ela revelou nomes proeminentes da nova literatura brasileira, como Aline Bei, consolidando-se como uma das editoras mais influentes da atualidade.

“Inspirada no formato de Alain de Botton, a autora traça um paralelo entre sua biografia e os ensinamentos extraídos da obra de Clarice Lispector, oferecendo um guia literário sobre autoconhecimento.”
![Abraços negados [em retratos]](/_next/image?url=https%3A%2F%2Ffirebasestorage.googleapis.com%2Fv0%2Fb%2Fglbc-app.firebasestorage.app%2Fo%2Fcovers%252F1771379763539_paulinoabracos.jpg%3Falt%3Dmedia%26token%3D07fd876c-9976-435c-8a39-1152481ee5c5&w=1200&q=75)
“Um livro de contos que explora a delicadeza e a brutalidade dos afetos, utilizando a metáfora do abraço — ou sua recusa — para investigar a solidão e a conexão na vida urbana contemporânea.”