
Nascida em São Paulo, em 26 de setembro de 1964, Simone AZ cresceu em um ambiente que estimulava a leitura, frequentemente brincando na biblioteca de seu pai. Aos oito anos, um livro de Agatha Christie despertou nela uma paixão duradoura por romances policiais e outros gêneros literários. Cursou Jornalismo na PUC-SP, consolidando sua base para uma carreira diversificada na comunicação. Sua trajetória profissional inclui experiência como redatora e roteirista em agências de publicidade, antes de iniciar uma atuação independente em 2008. Em 2015, foi selecionada para o Curso de Preparação do Escritor da Casa das Rosas, marcando um passo importante em sua dedicação à escrita literária. Antes de seus livros solo, Simone AZ já havia publicado contos em coletâneas como "Órbita", "Nove" e "Fênix perto do fogo", além de ter sido organizadora e editora da Revista Moreia, todas lançadas na Balada Literária.
A carreira literária de Simone AZ ganhou maior projeção com a coletânea de contos "Beijo de língua no espelho", que foi finalista do Prêmio Sesc de Literatura em 2018 e do Prêmio Toca. O livro foi posteriormente publicado pela Quelônio em 2022. Em 2021, finalizou seu primeiro romance, "Dakota Blues", lançado pela Companhia das Letras em 2025. Sua escrita é caracterizada por uma prosa despojada que acompanha o amadurecimento de seus personagens, explorando temas como afetos, memória, solidão e o impacto de eventos históricos recentes no Brasil. Seus trabalhos são elogiados por serem ao mesmo tempo leves, profundos e cativantes, oferecendo um retrato de gerações e experiências existenciais.

“Publicado pela editora Quelônio, esta coletânea de 22 contos aborda temas como afetos, memória, solidão e desejo, com narrativas que transitam por diversas temáticas e recursos literários. O livro foi finalista do Prêmio Sesc de Literatura em 2018 e do Prêmio Toca.”

“O romance de estreia de Simone AZ, publicado pela Companhia das Letras, acompanha a história de Alice, uma jovem que narra sua vida a partir das mortes que vivenciou, em um retrato de uma geração que atravessou décadas de conturbada trajetória política e cultural no Brasil.”