
Priscila Kerche nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, em 1989. Atualmente, reside em São Paulo, onde também atua como repórter na TV Brasil. Sua trajetória literária inclui a participação em importantes espaços de formação para escritores, como o Clube da Escrita para Mulheres e o Curso Livre de Preparação do Escritor (Clipe) Prosa e Poesia na Casa das Rosas. Sua obra poética é marcada pela introspecção e pela abordagem de temas pessoais, como a família e a memória, muitas vezes inspirados em vivências significativas. Kerche tem contribuído para diversas coletâneas e revistas literárias, consolidando-se como uma voz relevante na poesia contemporânea brasileira.
A carreira literária de Priscila Kerche tem se desenvolvido notavelmente na poesia e em contribuições para antologias. Ela é autora de "Tuia", seu livro de estreia em poesia, publicado pela Laranja Original. Outra obra de destaque é "Três ilhas gregas, doze parafusos", um conjunto de poemas que emergiu de uma viagem marcante à Grécia, onde a autora sofreu um acidente e transformou a experiência em expressão poética. Além de seus livros individuais, Kerche participou de diversas publicações, como a plaquete "Ira" (Primata, 2022) e a coletânea "Corpo: animal em extinção" (Urutau, 2023), ambas com poemas. Seu conto "Casa Palavra" foi incluído em uma coletânea da editora Penalux em 2022. Sua escrita é caracterizada pela sensibilidade e pela capacidade de transformar o cotidiano e o íntimo em arte, com uma linguagem que frequentemente evoca paisagens e sentimentos profundos.

“Este é o livro de estreia de Priscila Kerche em poesia, publicado pela Laranja Original. Os poemas exploram temas como a coragem, a relação mãe-filha, a saudade e a ressignificação de memórias, utilizando a metáfora de uma tuia, um pinheiro que é podado, para tecer narrativas sobre vida, cortes e florescimentos. O livro conta com 48 páginas e possui o ISBN 9786586042801.”

“Uma coletânea de poemas que surge da experiência pessoal da autora em uma viagem à Grécia. Durante a visita a ilhas gregas, Priscila Kerche sofreu um atropelamento e quebrou uma das mãos. Os poemas, elaborados após seu retorno e recuperação, são um retrato inspirado e fragmentado das memórias e imprevistos dessa intensa jornada.”