
Nascida na periferia da cidade de São Paulo, Patrícia Souza de Lima viveu na capital paulista até os 19 anos, quando se mudou para Bauru, no interior do estado. Graduou-se em Letras pela Universidade do Sagrado Coração (USC) e possui especialização em Linguagem, Cultura e Mídia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Atua há mais de 15 anos como servidora pública técnico-administrativa na Faculdade de Engenharia da Unesp (FEB), no campus de Bauru, trabalhando na assessoria administrativa da Diretoria Técnica Acadêmica. Em 2017, idealizou e passou a coordenar o clube de leitura Cevadas Literárias, grupo focado na promoção de debates sobre obras literárias nos bares da cidade de Bauru. Também mantém o blog literário 'Dança das Palavras'.
A produção literária de Patrícia Lima abrange a poesia, a crônica e o conto, caracterizando-se por narrativas voltadas às relações humanas, ao envelhecimento, à solidão e às vivências de grupos marginalizados. Sua escrita estreou no mercado editorial com poesias que refletem sobre a alteridade, a arte e as experiências cotidianas. Posteriormente, dedicou-se à prosa curta, desenvolvendo tramas que abordam questões como a invisibilidade social, o suicídio e o feminicídio. Seu trabalho alcançou o mercado editorial de circulação nacional ao vencer o Prêmio Sesc de Literatura na categoria Conto, com uma coletânea que reúne histórias de personagens inseridos em situações extremas e relações interpessoais complexas. Atuou também como organizadora de antologias voltadas para a difusão de vozes femininas na literatura, agrupando textos sobre temas como gênero, maternidade e resistência social.

“Coletânea de 11 contos que retratam pessoas em acontecimentos extremos. Os textos abordam temáticas como envelhecimento, solidão, invisibilidade social, suicídio e feminicídio, com foco nas relações que moldam a existência humana. Obra vencedora do Prêmio Sesc de Literatura.”

“Obra poética de estreia da autora, fruto de experiências pessoais e literárias. A obra é dividida em quatro blocos que refletem sobre a própria escrita, a literatura, a alteridade e o amor.”