
Nascido e criado na cidade de Araraquara, no interior do estado de São Paulo, Murilo Velludo Ferreira começou a escrever textos literários aos 15 anos de idade. No âmbito acadêmico, formou-se em Direito. Posteriormente, tornou-se especialista em Direitos Humanos e ingressou na pós-graduação em Direito Penal e Criminologia. Profissionalmente, atua como Assistente Jurídico em 2º grau no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) e atua na publicação de artigos jurídicos. Em paralelo à carreira jurídica, estabeleceu sua trajetória como escritor, participando de editais culturais municipais para financiar suas publicações e elaborando as próprias ilustrações de seus projetos gráficos.
A produção literária de Murilo Velludo Ferreira teve início com a publicação de obras do gênero poético. Seu trabalho de estreia, lançado em 2022, aborda a noção de saudade não apenas como um sentimento atrelado à memória, mas como uma condição intrínseca de despertencimento do ser humano perante o tempo e o mundo. No ano seguinte, publicou seu segundo livro de poesias, focado nas questões de isolamento e melancolia inerentes à vivência nos grandes centros urbanos contemporâneos. Após um processo de escrita que durou sete anos, o autor expandiu seu escopo literário para a prosa de ficção. Em julho de 2026, lançou seu primeiro romance durante a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), no qual explora temáticas de confinamento, violência institucional e a percepção da passagem do tempo a partir da perspectiva de um homem encarcerado subitamente.

“Obra poética que reflete sobre a solidão, a existência no modo automático e a melancolia da convivência nos grandes centros urbanos.”

“Romance que narra a história de um homem repentinamente preso sem motivo aparente, que passa a contabilizar o tempo de seu cárcere por meio de um relógio de bolso.”