
Mário Prata nasceu em Uberaba, Minas Gerais, em 11 de fevereiro de 1946. Sua infância e adolescência foram vividas em Lins, no interior de São Paulo, onde manifestou desde cedo um grande interesse pela leitura e escrita, chegando a colaborar para o jornal local aos 14 anos sob pseudônimo. Embora tenha iniciado seus estudos em Economia na USP e trabalhado no setor bancário, Mário Prata decidiu dedicar-se integralmente à escrita após o sucesso de suas primeiras obras. Sua prolífica carreira, que se estende por mais de 50 anos, resultou em aproximadamente 80 títulos publicados, incluindo romances, contos, roteiros e peças teatrais, além de mais de 3 mil crônicas para importantes veículos de comunicação. Atualmente, reside em Florianópolis, Santa Catarina.
A trajetória de Mário Prata é caracterizada pela sua notável versatilidade e por um estilo que combina humor cáustico com uma aguda observação de comportamentos e atitudes, especialmente da classe média brasileira. Ele estreou no teatro em 1970 com a peça 'O Cordão Umbilical' e rapidamente ganhou reconhecimento na teledramaturgia com obras como a novela 'Estúpido Cupido' (1976). Ao longo dos anos, Prata explorou diversos gêneros literários, publicando romances de destaque como 'Diário de um Magro' (1997) e 'Minhas Mulheres e Meus Homens' (1998), e incursionou pela literatura policial com títulos como 'Sete de Paus' (2008) e 'Os Viúvos' (2010). Como cronista, contribuiu para publicações influentes como O Pasquim, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, consolidando sua voz satírica e perspicaz. Sua obra é um espelho da sociedade brasileira, abordando temas contemporâneos com inteligência e sagacidade.

“Neste livro, Mário Prata compartilha com humor seu dia a dia e suas experiências em um spa, abordando a perda de vícios e o surgimento de um novo: o vício em spa. É um relato bem-humorado, acompanhado por ilustrações.”

“Mario Prata ressuscita personagens célebres da história do Brasil e usa toda a sua irreverência para arrancar confissões íntimas de figuras como Aleijadinho, Tiradentes e Xica da Silva.”