
Maria do Amaral Ribeiro, nascida em 9 de novembro de 1975 no Rio de Janeiro, é uma multifacetada artista brasileira. Formada em jornalismo pela PUC-Rio, Maria iniciou sua carreira na televisão em 1994, com uma participação na minissérie 'Memorial de Maria Moura', e posteriormente na novela 'História de Amor'. Sua trajetória como atriz se consolidou com inúmeras participações em novelas, peças de teatro e filmes aclamados, como 'Tropa de Elite' e 'Como Nossos Pais', pelo qual ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Gramado. Além de sua carreira de atriz, Maria Ribeiro expandiu-se para a direção de cinema, assinando documentários como 'Domingos', 'Los Hermanos' e 'Outubro', e também para a escrita. Ela foi colunista para veículos como o jornal O Globo e as revistas Veja Rio e Tpm, e atualmente escreve para a revista Gama e o portal UOL, onde comanda o programa 'Maria Vai com os Outros'. Sua produção literária é marcada por uma escrita pessoal e reflexiva, abordando temas do cotidiano, da política e da vida pessoal com agudeza e sensibilidade. A transição e o reconhecimento como escritora foram marcantes, tendo lançado seu primeiro livro, 'Trinta e oito e meio', em 2015. Subsequentemente, publicou 'Tudo o que eu sempre quis dizer, mas só consegui escrevendo' em 2018 e, mais recentemente, 'Não Sei Se É Bom, Mas É Teu' em 2025. Maria Ribeiro é reconhecida por sua voz autêntica e corajosa, que se manifesta tanto em suas obras literárias quanto em suas aparições públicas e engajamento em questões contemporâneas.
A carreira literária de Maria Ribeiro começou a ganhar destaque com o lançamento de 'Trinta e oito e meio' em 2015, uma obra de crônicas que explorava reflexões pessoais e observações do cotidiano. Em 2018, consolidou sua voz com 'Tudo o que eu sempre quis dizer, mas só consegui escrevendo', um livro que reúne cartas e textos, explorando a correspondência como forma de expressão íntima e descompromissada. Seu estilo é caracterizado pela espontaneidade, pela honestidade e pela capacidade de transformar experiências e pensamentos em narrativas cativantes, frequentemente abordando feminismo, maternidade, política e luto. Em 2017, também contribuiu para a coletânea 'Crônicas para ler em qualquer lugar' ao lado de Xico Sá e Gregório Duvivier. Sua obra mais recente, 'Não Sei Se É Bom, Mas É Teu', lançada em 2025, reúne mais de 70 crônicas escritas desde 2018, continuando a tradição de seu olhar poético e incisivo sobre a vida e o Brasil. A autora tem uma habilidade notável em dialogar com o leitor, questionando a si mesma e o mundo ao seu redor em textos que variam de reflexões sobre celebridades a menopausa, com prefácios de figuras como Anitta e posfácios de Caetano Veloso, evidenciando o reconhecimento de sua escrita.

“Neste livro, Maria Ribeiro explora o formato epistolar para expressar sentimentos e pensamentos que, talvez, só pudessem ser verbalizados por escrito. A obra reúne uma série de cartas, algumas inéditas, endereçadas a pessoas reais – de amigos e familiares a figuras públicas e até mesmo objetos inanimados – e imaginárias. Os textos são uma mistura de desabafos, homenagens, 'DRs' e reflexões sobre os mais variados aspectos da vida contemporânea, revelando a pluralidade de sua escrita e a profundidade de suas emoções.”

“Lançado em 2025, 'Não Sei Se É Bom, Mas É Teu' é a mais recente coletânea de crônicas de Maria Ribeiro, resultado de textos escritos entre 2018 e o ano de sua publicação. Com um prefácio de Anitta e posfácio de Caetano Veloso, o livro oferece um olhar perspicaz e poético da autora sobre acontecimentos cotidianos e grandes questões que moldaram o Brasil e sua própria vida nos últimos anos. Os temas abordam desde a cultura pop e o futebol até a menopausa, o luto e os dilemas da democracia, sempre com a franqueza e a intimidade que se tornaram marcas de sua escrita.”