
Nascido em Maringá, Paraná, em 1984, Marcos Peres é um proeminente escritor brasileiro. Ele cursou Direito na Universidade Estadual de Maringá e atualmente exerce a profissão no Tribunal de Justiça do Estado do Paraná. Sua jornada literária, que se manifestou desde cedo através da leitura ávida, transformou-se em uma forma de expressar inquietações e 'queimar seus demônios interiores'. A incursão de Peres no cenário literário nacional foi marcada por seu estilo distinto e a profundidade de suas obras, que lhe renderam reconhecimento e prestígio.
A trajetória literária de Marcos Peres é caracterizada por uma fusão inovadora de postulados filosóficos, fatos históricos notórios e teorias da conspiração, com claras influências de autores como Jorge Luis Borges e Umberto Eco. Seu processo criativo é impulsionado por uma abordagem fantástica e instigante, que desafia o leitor a questionar os limites entre a realidade e a ficção. O sucesso de seu romance de estreia, 'O evangelho segundo Hitler', não só o alçou ao reconhecimento nacional com importantes prêmios, mas também abriu portas para a publicação de suas obras em outros países, incluindo Espanha, México e Portugal, solidificando sua posição como uma voz original na literatura contemporânea brasileira.

“O romance de estreia de Marcos Peres, vencedor de múltiplos prêmios, constrói uma intrincada teoria da conspiração. A obra propõe que o nazismo teria encontrado inspiração em um conto de Jorge Luis Borges, "Três Versões de Judas". Peres, um apaixonado pela literatura hispânica, Borges e Umberto Eco, cria uma narrativa que questiona a realidade e a ficção, servindo como uma homenagem a esses mestres enquanto desafia as convenções históricas e literárias.”

“O segundo romance do autor é um thriller filosófico que se desenrola a partir da morte de uma professora de filosofia em Curitiba. A investigação revela uma profunda rivalidade entre duas famílias germânicas estabelecidas nas principais universidades do Paraná, os Koch e os Klein. A trama, narrada por um psicólogo, explora discussões sobre Nietzsche e Santo Agostinho, mergulhando o leitor em um mistério que mescla desavenças acadêmicas e segredos do passado.”