
Nascida em 20 de outubro de 1980, em Formiga, Minas Gerais, Liliane Prata cresceu em Belo Horizonte e atualmente reside em São Paulo. Ela possui formação em jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP). Por oito anos, atuou como colunista da revista Capricho, período em que publicou seus primeiros livros infantojuvenis. Em 2008, decidiu focar na ficção, deixando seu cargo de editora-assistente na Capricho. Sua obra abrange diversos gêneros, desde literatura juvenil e chick-lit até romances adultos e ensaios filosóficos, refletindo um interesse profundo na psique humana e nas dinâmicas sociais. Além de escrever, Liliane Prata ministra cursos e palestras, e mantém um canal no YouTube, o 'Canal da Lili', onde aborda temas como comportamento, filosofia, literatura e meditação.
A trajetória literária de Liliane Prata iniciou-se com grande sucesso no universo infantojuvenil, com os best-sellers 'O Diário de Débora 1' e 'O Diário de Débora 2', publicados no início dos anos 2000. A transição para o público adulto veio com o chick-lit 'Uma bebida e um amor sem gelo, por favor' e o romance 'À revelia'. Caracterizada por sua versatilidade, Prata explora diferentes estilos narrativos e profundidades temáticas, do humor e leveza em suas crônicas e romances mais descontraídos à complexidade psicológica em thrillers como 'Covardes' (uma versão atualizada de 'Sem Rumo'). Seu trabalho mais recente demonstra um aprofundamento em questões existenciais e sociais, como visto em 'O Mundo que Habita em Nós', um ensaio filosófico que convida à reflexão sobre a subjetividade contemporânea, e 'Ela queria amar, mas estava armada', uma coletânea de contos que foi finalista do Prêmio Jabuti, abordando as tensões nas relações humanas. Ela também se dedica a oficinas de escrita, compartilhando sua expertise e paixão pela literatura.

“O primeiro livro de não ficção de Liliane Prata convida à reflexão filosófica sobre a subjetividade contemporânea, ansiedade, idealizações e a relação do indivíduo com o mundo, buscando caminhos humanos e amorosos em tempos desafiadores. A obra é dividida em quatro partes, abordando o 'nós' que habita o 'eu', o apagamento do outro, muros e carências, e o si mesmo.”

“Uma coletânea de vinte histórias que traçam um panorama atual e corajoso das relações – e das tensões – entre mulheres e homens. Privilegiando o ponto de vista feminino, as narrativas surpreendem ao alternar momentos de ternura enternecedora e de crueza absoluta, em textos urbanos, intensos, ora nervosos, ora líricos, ora repletos de humor. Foi finalista do Prêmio Jabuti 2020 na categoria Contos.”