
Nascida em Bragança Paulista, Brasil, em 1982, Liana Ferraz é uma figura proeminente no cenário artístico e literário brasileiro. Ela se define como uma artista da palavra e da voz, combinando suas paixões como atriz, escritora e pesquisadora. Sua sólida formação acadêmica inclui um doutorado em Artes da Cena pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e um pós-doutorado em artes cênicas pela ECA/USP. Atualmente, Liana Ferraz também atua como professora no bacharelado em Teatro e no mestrado profissional em Artes da Cena da Escola Superior de Artes Célia Helena. Ela é a criadora do grupo 'Escrita Matinal', uma iniciativa que promove a escrita criativa coletiva e reúne centenas de participantes. Sua presença nas redes sociais é notável, onde ela alcança um vasto público no Instagram, compartilhando jogos de palavras e reflexões que ressoam com milhares de leitores. Sua obra literária é elogiada por sua sensibilidade, profundidade e capacidade de abordar temas complexos da experiência humana, como amor-próprio, luto e relações familiares. Ferraz utiliza a poesia e a prosa para explorar o mundo interno e as nuances dos sentimentos, consolidando-se como uma voz importante na literatura brasileira contemporânea.
A trajetória de Liana Ferraz é marcada pela intersecção de suas habilidades artísticas e intelectuais. Como atriz e pesquisadora, ela explorou as Artes da Cena em níveis acadêmicos avançados, o que enriqueceu sua perspectiva sobre a palavra e a voz. Essa base multidisciplinar se reflete em sua escrita, que transita entre a poesia introspectiva e romances que investigam as complexidades das relações humanas e do autoconhecimento. Sua capacidade de engajar um público amplo nas redes sociais demonstra sua habilidade em comunicar ideias profundas de forma acessível e relevante, estabelecendo uma conexão direta com seus leitores. A criação do grupo 'Escrita Matinal' também destaca seu compromisso em fomentar a criatividade e a expressão literária em comunidade.

“Maristela tinha apenas oito anos quando presenciou a própria mãe, a então desconhecida poeta Olívia Guerra, pular da varanda do apartamento. Anos depois, Olívia é celebrada, e Maristela, herdeira de seu espólio literário, é convidada a escrever um prefácio para uma coletânea inédita de poemas. Com mais de cem páginas, o prefácio de Maristela revela uma outra face da poeta admirada, em linhas repletas de amargura que expõem uma mãe que não se encontrava no papel de esposa e cuidadora, e uma filha para sempre traumatizada.”

“Este livro de poesia aborda o amor-próprio de forma sensível, intensa e realista, oferecendo ao leitor uma jornada de autoconhecimento, cura emocional e reconexão com a própria história.”