
Nascida em 1985, em Vila Velha, Espírito Santo, Jeovanna Vieira é formada em Jornalismo pelo Centro Universitário de Vila Velha. Em 2021, após um reencontro com a literatura contemporânea, ela deu início à sua própria investigação pela escrita literária. Essa transição marcou o começo de uma carreira promissora, onde sua experiência em jornalismo pode ter contribuído para uma narrativa "cirúrgica", como descrito por alguns críticos. Seu romance de estreia, "Virgínia mordida", e seu livro de poemas, "Deserto sozinha", consolidaram sua presença na ficção brasileira. Jeovanna Vieira explora em suas obras temas profundos como a violência psicológica, os relacionamentos tóxicos e a autonomia feminina, sendo elogiada por nomes como Giovana Madalosso e Andréa del Fuego. A autora é reconhecida por sua capacidade de chocar e emocionar, abordando a complexidade humana com uma voz forte e destemida. Sua escrita tem sido descrita como urgente e potente, e ela própria defende a importância da poesia ir para a rua e ocupar as praças. Atualmente, Jeovanna Vieira continua sua jornada literária, com sua escrita sendo celebrada por sua profundidade e sua abordagem de questões contemporâneas e existenciais, como a inadequação e a solitude.
A trajetória literária de Jeovanna Vieira se inicia formalmente em 2021, quando a jornalista de formação se voltou para a escrita criativa. Seu estilo é caracterizado por uma narrativa "cirúrgica" e "vertiginosa", explorando as sutilezas de relações abusivas e a psique humana. Temas recorrentes em suas obras incluem a violência psicológica, a manipulação em relacionamentos tóxicos, a resiliência e a importância da amizade feminina. Críticos notam sua capacidade de "oxigenar a temática dos relacionamentos tóxicos a partir dos aspectos da raça e da autonomia feminina", e de transformar o leitor em "passageiro de suas próprias agonias".

“O romance acompanha Virgínia, uma advogada que se envolve em um relacionamento intenso que logo revela contornos nocivos, acentuados por diferenças culturais, de gênero e de raça. A narrativa ágil e com flashbacks constrói um retrato visceral do amor tóxico, explorando as fragilidades humanas e a capacidade de infligir dor em nome do amor, mas também a importância da amizade e do amor próprio.”

“Uma obra composta por 39 poemas, este livro tem a vocação de um diário de bordo, explorando as paisagens internas da personagem-narradora. A autora aborda temas como a inadequação, a solidão e a busca por questionamentos, transformando o leitor em um participante das agonias e reflexões existenciais apresentadas.”