
Jeferson Barbosa é Editor-Chefe da Mondru Editora, onde também atua como editor e designer editorial. Ele é formado em engenharia civil e possui mestrado em geotecnia pela Universidade Federal de Goiás. Foi nesse contexto que encontrou na literatura um campo de expressão e dedicação, tornando-se um leitor apaixonado por poesia. À frente do Portal Litera Mondru e do canal literário Em Diálogo há mais de uma década, Jeferson Barbosa dedica-se ativamente à crítica e à curadoria literária. Seus poemas foram publicados em diversas revistas especializadas, como Philos, Desordem e 7faces, demonstrando sua consistente produção poética. Sua atuação no mercado editorial e como poeta reafirma seu compromisso com a literatura contemporânea, buscando sempre a inovação e a multiplicidade da linguagem poética. Ele é cofundador da Mondru Editora, criada em 2020 com o objetivo de oferecer literatura de qualidade e relevante, com foco em obras que abordam problemas socioeconômicos da sociedade brasileira e valorizam projetos gráficos personalizados.
A trajetória de Jeferson Barbosa é marcada por uma profunda imersão no universo da poesia, tanto como criador quanto como curador e editor. Sua formação em engenharia civil e geotecnia, pela Universidade Federal de Goiás, o levou a encontrar na literatura um espaço de expressão e paixão pela poesia. Como Editor-Chefe da Mondru Editora, ele desempenha um papel fundamental na seleção e publicação de obras, além de ser responsável pelo design editorial. Ele lidera o Portal Litera Mondru e o canal Em Diálogo, dedicando-se à crítica e curadoria literária por mais de uma década. Seus trabalhos incluem a publicação de suas próprias coleções de poesia e a organização de antologias, sempre buscando promover a inovação na linguagem poética.

“Este livro de poemas explora a busca por uma identidade autêntica. Os versos mergulham em personagens que, por vezes, se veem sem poder ou controle sobre suas vidas, seus afetos e suas crenças, e que, ao longo da narrativa poética, passam a questionar e a desvelar as máscaras que utilizam no dia a dia.”

“A obra é uma profunda exploração poética sobre o término, o vazio e a memória, onde os móveis e objetos do cotidiano se tornam testemunhas silenciosas de amores e vidas passadas. O autor constrói um imagético que relaciona o sentimento do eu-lírico com a matéria que resta das lembranças, transformando a ausência em presença através dos versos.”