
Fabiane Guimarães nasceu em julho de 1991 em Planaltina de Goiás e passou grande parte de sua infância e juventude em Formosa, cidades do interior goiano, antes de se estabelecer em Brasília, onde reside atualmente. Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB), ela demonstrou aptidão para a escrita desde a infância, cultivando uma paixão pela literatura que a levaria a se tornar uma romancista reconhecida. Sua obra literária é profundamente influenciada pelo cenário do cerrado brasileiro e pelas histórias de seu povo, sobre as quais ela sentiu, inicialmente, um bloqueio para escrever, mas que mais tarde abraçaria como fonte de inspiração. Guimarães aborda com sensibilidade temas complexos como os limites da maternidade, as escolhas e culpas femininas, e as expectativas sociais, utilizando uma prosa límpida e precisa para explorar tabus e clichês de forma ficcional. Fabiane Guimarães é autora dos romances "Apague a luz se for chorar" (2021) e "Como se fosse um monstro" (2023), ambos publicados pela editora Alfaguara, um selo da Companhia das Letras. Suas obras foram aclamadas pela crítica e indicadas a importantes prêmios literários nacionais, consolidando-a como uma voz relevante na literatura contemporânea brasileira.
A trajetória literária de Fabiane Guimarães se inicia com sua formação em jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), onde adquiriu as ferramentas para uma escrita precisa e envolvente. Ela se destacou com a publicação de seus romances pela Alfaguara, selo da Companhia das Letras, que a projetaram no cenário literário nacional. Seu estilo é marcado por uma prosa cativante que mergulha nas complexidades das relações humanas e sociais. Em suas narrativas, a autora frequentemente explora a vida no interior de Goiás e em Brasília, utilizando esses cenários para discutir temas como a autonomia feminina, o poder de escolha e as implicações sociais da maternidade. Além dos romances, Fabiane também contribuiu com contos para antologias e publicou a novela seriada "Pequenas esposas" na revista digital AzMina. Suas indicações a prêmios como o Prêmio São Paulo de Literatura, Prêmio Candango de Literatura e Prêmio Jabuti atestam a qualidade e relevância de sua obra.

“Em seu segundo romance, Fabiane Guimarães explora os limites da maternidade, da escolha feminina e da expectativa social. Ambientado em Brasília nas décadas de 1980 e 1990, o livro narra a trajetória de Damiana, uma jovem que sai do interior para trabalhar como empregada doméstica e aceita a proposta de ser barriga de aluguel para um casal rico, enfrentando um quase cárcere privado e as complexidades de sua relação com a maternidade e seu próprio corpo.”

“Um romance sobre vínculos e sobrevivência em uma Brasília assolada por crises climáticas, onde uma jovem busca no tarô o sentido para um mundo em colapso.”