
Nascida no Rio de Janeiro em 1983, Eugênia Cavalcante Ribas Vieira é formada em Jornalismo pela PUC-Rio, ela iniciou sua trajetória profissional no mercado editorial aos 16 anos. Sua carreira inicial incluiu atuações como freelancer e assistente editorial na Editora Rocco por seis anos, seguida de um período de quatro anos como editora de ficção na Editora Globo. Atualmente, Eugênia atua como agente literária na Agência Riff, dedicando-se à literatura brasileira contemporânea. Além de seu trabalho como agente e editora, ela organizou e curou antologias literárias significativas, como "Dias de domingo" e "Eu chamo de amor", evidenciando seu compromisso com a promoção de novas vozes na literatura nacional. Em 2022, marcou sua estreia como escritora com o lançamento do romance "Onde choram as crianças".
A trajetória de Eugênia Ribas Vieira é marcada por uma imersão profunda em diversas facetas da indústria editorial. Começando como uma jovem freelancer e progredindo para os cargos de assistente e editora de ficção, ela adquiriu uma compreensão abrangente da criação e promoção de livros. Sua transição para a função de agente literária na Agência Riff consolidou seu papel na formação do panorama da literatura brasileira contemporânea, representando autores e negociando direitos. Como organizadora de antologias, ela contribuiu ativamente para a descoberta e apresentação de novos talentos literários. Seu estilo de escrita, exemplificado em "Onde choram as crianças", é elogiado por sua precisão, delicadeza, elegância e capacidade de explorar temas universais sem restrições regionalistas. Críticos destacam sua habilidade em construir narrativas leves e potentes, profundamente humanas e repletas de afetos sutis, revelando uma voz literária sofisticada.

“O romance de estreia de Eugênia Ribas Vieira se passa na pequena cidade de Nossa Senhora das Dores, onde uma doença misteriosa assola seus habitantes. A narrativa explora temas complexos como paixão, vingança, a profunda relação entre mães e filhos, amor, desejo, desamparo e a busca por perdão, tudo isso em meio a um cenário de silêncios e perdas. A obra é elogiada por sua delicadeza e precisão na linguagem.”