
Clarice Freire é uma autora brasileira nascida em Pernambuco, parte de uma família com forte inclinação artística, incluindo seu pai, Wilson Freire, médico, escritor e cineasta, e seu primo, o premiado escritor Marcelino Freire. Publicitária de formação, ela possui mestrado em Ciências da Linguagem e atualmente cursa doutorado na mesma área. Em 2011, Clarice iniciou sua jornada literária e artística criando a página 'Pó de Lua' no Facebook, onde compartilhava seus escritos e ilustrações, rapidamente ganhando destaque e um grande número de seguidores. Esse sucesso nas plataformas digitais a levou à publicação de seus primeiros livros, consolidando-a como uma das vozes contemporâneas da literatura brasileira.
A trajetória de Clarice Freire na literatura começou de forma orgânica e inovadora, utilizando as redes sociais para divulgar sua 'poesia visual', uma combinação singular de palavras e imagens. Seus livros, 'Pó de Lua' (2014) e 'Pó de Lua nas Noites em Claro' (2016), ambos de poesia visual, se tornaram best-sellers, encantando leitores com sua leveza e originalidade ao abordar sentimentos universais. O segundo título, inclusive, foi finalista do Prêmio Jabuti de Literatura em 2017, na categoria Ilustração. Em 2024, Clarice deu um novo passo em sua carreira com o lançamento de seu romance de estreia, 'Para não acabar tão cedo', demonstrando sua versatilidade e aprofundamento em diferentes gêneros literários. Sua escrita é caracterizada por frases concisas e certeiras, que, embora poéticas, exploram emoções e reflexões profundas.

“Uma coletânea de poesia visual que se tornou um best-seller, caracterizada por sua caligrafia e desenhos singelos que abordam sentimentos universais como a saudade, o medo, a paixão e a alegria.”

“Romance de estreia de Clarice Freire, que narra a história das idosas irmãs Augusta e Lia, cuja relação é transformada de maneira inesperada. A obra, narrada pelo excêntrico personagem Tempo, explora a passagem do tempo, a complexidade do envelhecer e a constante redescoberta da vida a partir de uma perspectiva feminina.”