
Carlos Eduardo Leal é um renomado escritor, psicanalista, professor universitário e artista plástico. Ele possui doutorado em Psicologia Clínica pela PUC-RJ. Além de sua prolífica carreira literária, atua como professor e supervisor clínico no Instituto de Ciência e Tecnologia Maria Thereza, e tem diversos trabalhos publicados em revistas nacionais e internacionais focados na psicanálise. Em 2021, foi aprovado no estágio de Pós-Doutoramento em Psicologia pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar). É consultor da Revista Eletrônica Psicanálise e Barroco e diretor e coordenador do Veredas: Transmissão em Psicanálise, um seminário de formação permanente. Sua pesquisa e escrita também se estendem a artigos de psicanálise, com um foco particular na obra de Clarice Lispector. Como artista plástico, já participou de diversas mostras individuais e coletivas. Em 2019, publicou o trabalho “O valor explicativo do conceito de subjetividade social para o estudo da inclusão escolar” pela EDUFPI.
A trajetória literária de Carlos Eduardo Leal é marcada pela exploração de temas profundos da psique humana e das relações interpessoais, manifestadas em romances e obras infantis. Sua escrita é frequentemente descrita como possuidora de um lirismo delicado, que convida o leitor a uma reflexão sobre a memória, o amor, a dor e a busca por sentido. Como psicanalista, sua formação e experiência influenciam fortemente suas narrativas, que abordam os laços do amor, as armadilhas do desejo e o mal-estar na civilização. Paralelamente à sua produção ficcional, Leal tem uma sólida carreira acadêmica, contribuindo com a psicologia e a psicanálise através de publicações e docência.

“Um romance pungente que explora o fim de um relacionamento entre um casal de escritores, revelando suas vidas de amor, desilusão, ciúme e indiferença através de 32 versões das experiências vividas, ora pelo ponto de vista dele, ora pelo dela.”

“Usando a amarelinha como metáfora da busca pelo 'céu' ou pela felicidade, o livro narra a história de Lívia, uma menina que, após uma tragédia familiar, tem sua vida desequilibrada. A narrativa alterna entre um narrador onisciente e o inconsciente da personagem, compondo um lirismo delicado.”