
Bruna Meneguetti é jornalista e escritora, graduada pela Faculdade Cásper Líbero em dezembro de 2016. Desde sua formação, tem se dedicado a escrever resenhas de livros e matérias que visam dar visibilidade a autorias brasileiras. Sua carreira no jornalismo inclui colaborações com veículos de destaque como o Jornal Folha de S. Paulo, Revista Quatro Cinco Um, Revista Tag, Jornal Rascunho e, por seis anos, o Jornal O Estado de S. Paulo. A experiência jornalística de Bruna Meneguetti frequentemente inspira suas obras literárias, que transitam entre o romance histórico e o jornalismo literário. Ela é reconhecida por sua escrita cuidadosa e pela pesquisa aprofundada que embasa suas narrativas.
A trajetória de Bruna Meneguetti na literatura começou a se desenhar em 2016, quando um capítulo de seu romance 'O Céu de Clarice' foi aprovado no Curso Livre de Preparação do Escritor (Clipe) da Casa das Rosas. Desde então, ela publicou diversos livros, consolidando-se no gênero de romance histórico, mas também explorando o livro-reportagem. Sua escrita é marcada pela fusão de fatos históricos com elementos ficcionais, recriando períodos importantes da história brasileira. Bruna também atua como dramaturga e roteirista, e participa ativamente do cenário literário brasileiro, mediando e atuando em debates em importantes eventos como a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), Festa Literária Internacional da Mantiqueira (FLIMA) e Festa Literária do Amorim Lima (FLAL).

“Ambientado em São Paulo em 1915, o romance histórico narra a jornada de Clarice, uma jovem italiana que herda uma fábrica de tecelagem após o assassinato de seu pai. Ao chegar ao Brasil, Clarice se vê envolvida em uma teia de intrigas que conectam o passado misterioso de sua família a disputas políticas, desejos de vingança e amores proibidos. A obra explora temas como preconceito, lutas trabalhistas, opressão e desigualdade, oferecendo um retrato vívido da sociedade paulistana da época.”

“Este romance histórico mergulha nos bastidores do Golpe Preventivo de 1955, liderado pelo general Lott, que visava garantir a posse de Juscelino Kubitschek e João Goulart. A trama se desenrola a partir da perspectiva de Isaías, um vidente cego contratado por JK e Jango para antecipar os movimentos de opositores como Carlos Luz, Café Filho e Carlos Lacerda, que articulavam um golpe para impedir a posse dos eleitos. O livro reconstrói um momento crucial da história brasileira, misturando fatos reais com elementos de ficção.”