
Bernardo Teixeira de Carvalho nasceu em 5 de setembro de 1960, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Ele concluiu sua graduação em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ) em 1983, e posteriormente obteve um mestrado em Cinema pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) em 1993. A carreira jornalística de Bernardo teve início na década de 1980, onde atuou como crítico de cinema para a revista 'Isto É' e, mais tarde, como repórter e editor da 'Folha de S.Paulo', incluindo um período como correspondente internacional em Paris e Nova York. Sua experiência no jornalismo exerce uma influência notável em sua produção literária, frequentemente explorando a fronteira entre a realidade e a ficção. Bernardo Carvalho fez sua estreia literária em 1993 com a coletânea de contos 'Aberração'. Rapidamente, consolidou-se como uma voz proeminente na ficção brasileira contemporânea, com suas obras sendo traduzidas para diversos idiomas e publicadas em numerosos países. Sua escrita é caracterizada por narrativas fragmentadas, múltiplas perspectivas e uma profunda imersão em temas como identidade, memória, isolamento e as complexidades da experiência humana. Além de sua prolífica produção literária, Bernardo mantém uma coluna mensal na 'Folha de S.Paulo'.
A trajetória literária de Bernardo Carvalho teve início com a publicação de contos em 'Aberração' (1993), seguida por uma série de romances aclamados pela crítica. Ele é conhecido por sua abordagem inovadora, que frequentemente mescla elementos de realidade e ficção, e emprega estruturas narrativas complexas. Suas obras frequentemente se aprofundam em temas introspectivos, explorando a construção da identidade, as nuances da memória e as intricadas relações entre indivíduos e a sociedade. Também se aventurou no teatro, colaborando na peça 'BR3' em 2006. Seu engajamento crítico contínuo com questões contemporâneas e sua voz narrativa singular solidificaram sua posição como um dos mais importantes romancistas brasileiros contemporâneos.

“Romance que mistura ficção e realidade ao investigar o suicídio real do antropólogo americano Buell Quain entre os índios Krahô, em 1939. Um marco da autoficção brasileira.”

“Um estudante retido em um aeroporto inicia um monólogo furioso. O livro disseca a era dos comentários na internet, o fascismo diário e a paranóia contemporânea.”