
Nascido e criado na Restinga, um bairro periférico de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Alê Garcia é um profissional multifacetado cujos talentos estão intrinsecamente ligados à palavra. Sua atuação abrange escrita, criação de conteúdo, palestras, apresentação e publicidade. Em 2019, fundou o podcast 'Negro da Semana', focado na cultura negra, e em 2021, lançou o podcast 'Drive Your Funky Soul', uma narrativa em 13 episódios sobre a história da música negra. No mesmo ano, estabeleceu o hub de cultura negra 'Casablack'. Atualmente, é apresentador do Omelete, a maior plataforma de cultura pop do Brasil, e atua como comentarista dos prêmios Emmy Awards e Golden Globes pela TNT, além do Oscar pelo Omelete.
A trajetória de Alê Garcia é profundamente marcada por seu compromisso com a literatura e a cultura negra, utilizando seu trabalho para amplificar vozes e promover o empoderamento. Com mais de 18 anos de experiência em comunicação e branding, ele desenvolveu estratégias para diversas marcas importantes no Brasil. Seu trabalho literário e de conteúdo frequentemente aborda as raízes do colonialismo e celebra a excelência e a representatividade negra. Ele é um defensor ativo da acessibilidade da literatura, buscando levar o hábito da leitura para comunidades periféricas.

“Em 'A sordidez das pequenas coisas', experiências triviais de pessoas comuns são transformadas em eventos singulares pela força da prosa de Alê Garcia. Com uma narrativa sensível e por vezes brutal, o autor parte das dores e conquistas dos personagens, suas misérias, vitórias e desencantos, para construir uma voz narrativa muito própria, capaz de levar este livro de estreia ao posto de finalista do Prêmio Jabuti e um dos vencedores do Prêmio Fundação Biblioteca Nacional.”

“Por meio de um enredar de histórias, Alê Garcia nos brinda com um mergulho profundo em sua própria vida e na das personalidades negras que o influenciaram. Histórias, em sua maioria, marcadas pelo colonialismo enraizado, que ditava onde se devia ou não estar, o que lhe cabia ou não fazer e realizar. Porém, os gigantes retratados nesta obra ocuparam seus tronos e venceram os preconceitos, mostrando que todos podemos ser protagonistas, e que todos temos lugares a ocupar.”